Vontade de dizer que me identifico muito com as ideias do materialismo histórico para explicar minha existência na terra. Vejo isso no problema da "reificação" onde o mundo transformado pelo homem se torna coisa sem história. Ter história e saber como existiu, como se transformou e porque se transformou. É o problema da "mente descontínua" que Richard Dawkins fala. O indivíduo perde a noção de tempo. Ansioso pela maravilha do mundo apenas vê e se deleita em seus sentidos com tantas cores, sabores, texturas e outras sensações...
Acredito que o "objeto reificado" mais maravilhoso da humanidade é a "urbanidade". A cidade encanta, seduz e maravilha qualquer um e a todos. Ela é voraz e não tem escapatória. Qualquer um que à visite fica marcado. Muitos se reclamam do mundo aquecendo, mundo cruel, mundo explorador, mas a "cidade grande" coloca no anonimato todos os vilões. Mas somos todos culpados. Culpados de não ter escolha de viver em um planeta limitado.
Viver na terra para quê? Pra viver! Viver é uma possibilidade incrível. Ser inteligente e poder transformar o mundo é algo mais incrível e sedutor. Mas sendo um materialista literal, partindo para a Física, viver é acelerar. A matéria que se agita quer acelerar até se esgotar.
Sabe porque podem existir outros universos? Porque Hubble descobriu que estrelas estavam mudando de cor entre cores com comprimentos de ondas mais longos, o que quer dizer que o universo está se expandindo aceleradamente. Mas de onde vem essa energia? Tem que ser de outros universos... Os "multiversos" são a chave para "Deus".
Já fui um homem de muita fé institucional. Hoje eu tenho fé só porque sei que o conceito estúpido da onipotência pode me dizer que "Deus" existe em algum lugar do universo. Não sei o que ele é, como ele é, nem se serve pra muita coisa, mas existe só pelo fato de eu não poder negar ele, porque não posso ver tudo e dizer o que é cada coisa e então concluir que depois de inventariar o universo, ou todos eles, "Deus" não está em canto nenhum!
Monday, March 24, 2014
Reflexão sobre um "lugar" sustentável!
Um cientista social alemão, Georg Simmel, muito bacana, apresentou um estudo sobre o "amor". Nele o que se conclui é que a posse gera o amor da posse, ou seja, ter algo gera um sentimento de cuidado que se aproxima a ideia de amor.
Com base nessa ideia, que também está presente em muitos outros sentidos de textos científicos diversos, comecei a me perguntar se tal sentimento não poderia melhorar as cidades. O que me parece hoje é que as cidades não "são" de ninguém. Parece que ninguém tem amor porque não acha que a cidade pertence a si.
Marc Auge criou o conceito de "não-lugar" como uma forma de expressar a ideia oposta ao que Simmel apresentou: um desapego ou sentimento de vazio em lugares que não geram afeto ou relacionamentos positivos e duradouros entre as pessoas.
Esses não-lugares estão se tornando uma realidade virtual. O Facebook é um não-lugar que gera exposição sem afeto. Existe um trânsito muito grande de informações na internet. Mas me pergunto: Será mesmo que hoje é tão difícil escrever textos com reflexão sobre as vidas das pessoas que estão lendo o que escrevemos sobre o mundo em que vivemos?
Cidades, não-lugares, internet... Onde podemos refletir sobre a vida que queremos levando em conta simplesmente uma ideia de respeito que preze pela dignidade e não seja apenas algo hipócrita?
Preciso ler mais Edgar Morin...
(Originalmente publicado no facebook em 19 de março de 2014)
Com base nessa ideia, que também está presente em muitos outros sentidos de textos científicos diversos, comecei a me perguntar se tal sentimento não poderia melhorar as cidades. O que me parece hoje é que as cidades não "são" de ninguém. Parece que ninguém tem amor porque não acha que a cidade pertence a si.
Marc Auge criou o conceito de "não-lugar" como uma forma de expressar a ideia oposta ao que Simmel apresentou: um desapego ou sentimento de vazio em lugares que não geram afeto ou relacionamentos positivos e duradouros entre as pessoas.
Esses não-lugares estão se tornando uma realidade virtual. O Facebook é um não-lugar que gera exposição sem afeto. Existe um trânsito muito grande de informações na internet. Mas me pergunto: Será mesmo que hoje é tão difícil escrever textos com reflexão sobre as vidas das pessoas que estão lendo o que escrevemos sobre o mundo em que vivemos?
Cidades, não-lugares, internet... Onde podemos refletir sobre a vida que queremos levando em conta simplesmente uma ideia de respeito que preze pela dignidade e não seja apenas algo hipócrita?
Preciso ler mais Edgar Morin...
(Originalmente publicado no facebook em 19 de março de 2014)
Friday, January 02, 2009
Física, matemática e sociedade
Depois de ter terminado o curso de Ciências Sociais eu voltei a uma origem filosófica autodidata sobre problemas que me fazem pensar em questões existenciais.
Identifiquei na sociologia ou economia-política a alienação como um problema estrutural da sociedade tão intrigante quando a entropia é na termodinâmica. Seria possível identificar outros níveis de transformação da energia nas transformações da matéria salvando-a da desordem entrópica? Seria possível ainda transformar todos os seres humanos em pessoas autônomas com erudição suficiente para entender seu lugar existencial como seres vivos?
Eis então a Matemática que nos salva em momentos difíceis. Mas de fato a matemática é algo a parte de tudo que existe. A matemática é o tipo de saber totalmente abstrato, mais abstrato que qualquer substantivo abstrato. Então eu abstrai uns anos atrás e conclui algo muito doido. Comecei pensando no problema da teoria unificada em que Einstein trabalhou até a morte. Eu fiz com as operações matemáticas o que ele queria fazer com as forças físicas. Minha conclusão é que a operação absoluta é a soma, ou seja, tudo esta em soma na natureza.
Como chequei nisso: Se toda energia deriva da transformação dessas forças, e como essas forças são ações de partículas de matéria sobre elas entre si, e como os elementos mais simples são mais instavéis que os mais complexos até certo nível, logo a entropia terá um ponto de equilíbrio entre as operações de subtração, divisão e multiplicação, resultando na soma como operação fundamental de aglutinação das forças sob a matéria.
Mas essa imaginação é como tudo mais do homem, restrita. Acredito que não temos condições de investigar a macâmica das galáxias em nosso universo. São grandesas tão absurdas que qualquer estudo seria inconclusivo. Mesmo a análise de nossa galáxia ou sistema estelar não nos salvará da exterminação pelo colapso do Sol.
A moral social que tiro disso pra mim é viver economizando para ensaiar o maximo possível as relações sociais. Ou seja, a matéria é mutável e mutante. O ser humano é uma "configuração" possível que ainda não soube se vê no espelho da existencia com os outros seres e se acha o mais belo de todos...
Identifiquei na sociologia ou economia-política a alienação como um problema estrutural da sociedade tão intrigante quando a entropia é na termodinâmica. Seria possível identificar outros níveis de transformação da energia nas transformações da matéria salvando-a da desordem entrópica? Seria possível ainda transformar todos os seres humanos em pessoas autônomas com erudição suficiente para entender seu lugar existencial como seres vivos?
Eis então a Matemática que nos salva em momentos difíceis. Mas de fato a matemática é algo a parte de tudo que existe. A matemática é o tipo de saber totalmente abstrato, mais abstrato que qualquer substantivo abstrato. Então eu abstrai uns anos atrás e conclui algo muito doido. Comecei pensando no problema da teoria unificada em que Einstein trabalhou até a morte. Eu fiz com as operações matemáticas o que ele queria fazer com as forças físicas. Minha conclusão é que a operação absoluta é a soma, ou seja, tudo esta em soma na natureza.
Como chequei nisso: Se toda energia deriva da transformação dessas forças, e como essas forças são ações de partículas de matéria sobre elas entre si, e como os elementos mais simples são mais instavéis que os mais complexos até certo nível, logo a entropia terá um ponto de equilíbrio entre as operações de subtração, divisão e multiplicação, resultando na soma como operação fundamental de aglutinação das forças sob a matéria.
Mas essa imaginação é como tudo mais do homem, restrita. Acredito que não temos condições de investigar a macâmica das galáxias em nosso universo. São grandesas tão absurdas que qualquer estudo seria inconclusivo. Mesmo a análise de nossa galáxia ou sistema estelar não nos salvará da exterminação pelo colapso do Sol.
A moral social que tiro disso pra mim é viver economizando para ensaiar o maximo possível as relações sociais. Ou seja, a matéria é mutável e mutante. O ser humano é uma "configuração" possível que ainda não soube se vê no espelho da existencia com os outros seres e se acha o mais belo de todos...
Monday, September 29, 2008
Tanta angústia existencial, tanta dúvida na vida.
Ah Fernando, Pessoa magnífica que entende simplemente, prosáica é a vida e não precisamos sofisticação ou divagações mais complexas.
O homem, assim como o poeta finge muito, mas o que é essencial a gente sente só por sentir, nada mais.
A vida é simplemente boa. É como matar a sede com água pura.
Todas as minhas angústias se acabam quando eu olho o mar e vejo longe uma onda fazendo uma espuma branca no oceano. É como uma nuvem no céu, só que mais viva.
Ah Fernando, Pessoa magnífica que entende simplemente, prosáica é a vida e não precisamos sofisticação ou divagações mais complexas.
O homem, assim como o poeta finge muito, mas o que é essencial a gente sente só por sentir, nada mais.
A vida é simplemente boa. É como matar a sede com água pura.
Todas as minhas angústias se acabam quando eu olho o mar e vejo longe uma onda fazendo uma espuma branca no oceano. É como uma nuvem no céu, só que mais viva.
Wednesday, April 18, 2007
Produtividade: dilema existencial entre o Urbano e o Rural
Neste último ano continuei angustiano pelos meus dilemas existenciais na busca da verdade, no desenvolvimento de um conhecimento descomprometido com ideologias e em defesa da humanidade, mas não só dela como também do plane. Acho que minha angustia maior é a falta de conformação com o entendimento de que apenas existimos e o nihilismo de que viver é o que nos leva a dar valor as coisas, de que nada tem valor intrinseco é algo muito frustrante. Me pergunto se teria sido isso que levou Marx a se retrair em seu envelhecimento no ativismo socialista.
Viver em uma cidade e pensar nas relações produtivas. Trabalhando 9 meses no IBGE como temporário me fez pensar na precariedade das relações de produção, mas me fez entender muitas outras coisas. Trabalhei no setor de pesquisas industriais e busquei entender as categorias e conceitos aplicados na pesquisa. Entender porque que o nome de uma empresa é Razão Social, que cada uma tem uma Classificação Nacional de Atividade Econômica e sua organização tem uma Natureza Jurídica. Fortaleza tem mais da metade das indústrias do Ceará. Uma única unidade territorial administrativa considerada 100% urbana.
Na minha angústia pensei como seria se me retraisse da sociedade como fez Weber, mas pensei em faze-lo mais como uma experiência produtiva doque de desconforto psicológico. Pensei em morar em uma propriedade rural e me sustentar pelo cultivo da terra. Mas é como se a cidade tivesse uma força gravitacional enorme que puxa a mim e me seduz. São lugares (bibliotecas, museus, bares, restaurantes, teatros, estádios, shopings, etc.) , eventos, "confortos", TV, Internet, etc. Parece que tudo isso envolve o indivíduo numa condição imaginada de que sua vida tem sentido dentro desta estrutura e que por alcançamos os meios pelos quais nos reconhecemos como valorosos para com os outros que compartinham conosco a razão de existir.
Os meios de comunicação fazem do mercado algo fundamental para tornar cada um, cada ser humano uma Pessoa Física produtiva, capacitada para as oportunidades do mercado. Quanto mais exigimos das pessoas, fazemos com que as condições de reconhecimento social sejam alcançadas por meio de institucionalidades e burocraciais. Perdemos a propria dimensão da condição humana que é o talento ou o dom. Raramente temos condições de entender nosso lugar na natureza. Na história da ciência o homem dominou várias condições técnicas aprimorando nosso conforto para espectativas futuras. Foi na agricultura no final da idade média, indústria durante a idade moderna, com os meios de transporte durante a idade contemporânea, e ultimamente com a internet.
A espécia humana não é como um ser unicelular ou artrópode que se multiplica aos montes e podem agir em colônias por meio de códigos simples para garantir suas sobrevivência. Nossas capacidade de mediar conflitos é muito restrita, e as possíveis convicções que temos sobre nossa condição estão hoje todas fragilisadas por questões de sexualidade, genética, ambiental, econômica e cultural. O homosexualismo, a clonagem, as multinacionais, o aquecimento global, são problemas estampados todos os dias nos jornais. O conflito entre as religiões não se resolve em tribunal ou corte.
Afinal o homem saiu do campo, do rural, construiu cidades, distanciou-se cada vez mais do entendimento simbiótico de como ele sobrevivia e começou a disciplinar o espaço em que elabora sua existência quase que em sua totalidade. Nós estamos seduzidos por nossa capacidade incrivel de dar significado às coisas e de construir ferramentas. Tive o primeiro momento de angústia ao perceber que o homem não se conforma em morrer. O ser humano que que o valor que ele atribuiu a tudo o que viu seja eterno. Talvez essa seja a única lição que podemos tirar do mercado capitalista, que nada tem valor absoluto. É como se a única coisa que nos faz únicos na individualidade de cada um fosse usurpada pelo capital a cada segundo que passa.
Viver em uma cidade e pensar nas relações produtivas. Trabalhando 9 meses no IBGE como temporário me fez pensar na precariedade das relações de produção, mas me fez entender muitas outras coisas. Trabalhei no setor de pesquisas industriais e busquei entender as categorias e conceitos aplicados na pesquisa. Entender porque que o nome de uma empresa é Razão Social, que cada uma tem uma Classificação Nacional de Atividade Econômica e sua organização tem uma Natureza Jurídica. Fortaleza tem mais da metade das indústrias do Ceará. Uma única unidade territorial administrativa considerada 100% urbana.
Na minha angústia pensei como seria se me retraisse da sociedade como fez Weber, mas pensei em faze-lo mais como uma experiência produtiva doque de desconforto psicológico. Pensei em morar em uma propriedade rural e me sustentar pelo cultivo da terra. Mas é como se a cidade tivesse uma força gravitacional enorme que puxa a mim e me seduz. São lugares (bibliotecas, museus, bares, restaurantes, teatros, estádios, shopings, etc.) , eventos, "confortos", TV, Internet, etc. Parece que tudo isso envolve o indivíduo numa condição imaginada de que sua vida tem sentido dentro desta estrutura e que por alcançamos os meios pelos quais nos reconhecemos como valorosos para com os outros que compartinham conosco a razão de existir.
Os meios de comunicação fazem do mercado algo fundamental para tornar cada um, cada ser humano uma Pessoa Física produtiva, capacitada para as oportunidades do mercado. Quanto mais exigimos das pessoas, fazemos com que as condições de reconhecimento social sejam alcançadas por meio de institucionalidades e burocraciais. Perdemos a propria dimensão da condição humana que é o talento ou o dom. Raramente temos condições de entender nosso lugar na natureza. Na história da ciência o homem dominou várias condições técnicas aprimorando nosso conforto para espectativas futuras. Foi na agricultura no final da idade média, indústria durante a idade moderna, com os meios de transporte durante a idade contemporânea, e ultimamente com a internet.
A espécia humana não é como um ser unicelular ou artrópode que se multiplica aos montes e podem agir em colônias por meio de códigos simples para garantir suas sobrevivência. Nossas capacidade de mediar conflitos é muito restrita, e as possíveis convicções que temos sobre nossa condição estão hoje todas fragilisadas por questões de sexualidade, genética, ambiental, econômica e cultural. O homosexualismo, a clonagem, as multinacionais, o aquecimento global, são problemas estampados todos os dias nos jornais. O conflito entre as religiões não se resolve em tribunal ou corte.
Afinal o homem saiu do campo, do rural, construiu cidades, distanciou-se cada vez mais do entendimento simbiótico de como ele sobrevivia e começou a disciplinar o espaço em que elabora sua existência quase que em sua totalidade. Nós estamos seduzidos por nossa capacidade incrivel de dar significado às coisas e de construir ferramentas. Tive o primeiro momento de angústia ao perceber que o homem não se conforma em morrer. O ser humano que que o valor que ele atribuiu a tudo o que viu seja eterno. Talvez essa seja a única lição que podemos tirar do mercado capitalista, que nada tem valor absoluto. É como se a única coisa que nos faz únicos na individualidade de cada um fosse usurpada pelo capital a cada segundo que passa.
Wednesday, March 21, 2007
sábado, 14 de maio de 2005
Eu estou definitivamente deixando o meu blog antigo para o passado na medida em que passei todos os extos para este blog. A partir de hoje eu vou republica-los junto com os comentários. Todos virão com as datas originais de quando foram publicados a primeira vez e sem nenhuma alteração.
Esta poderia ser uma teoria da ação ou da complexidade das coisas. Mas por que desde que Gutenberg inventou a impressa e a igreja deixou de ter o controle de como se lê os textos a linguagem vem sendo constantemente estudada e depois de tanto tempo acredito que o único consenso é que ela tem problemas. Mesmo assim, tão limitadamente e consciente que a verdade nunca será dita, pretendo alguma aproximação com o leitor na expectativa de provocar novas percepções do real e propor novas práticas. O objetivo final é simplesmente harmônico,
pretensamente a busca de um caminho mais produtivo nas relações entre os homens e
destes com a natureza.
A primeira idéia básica é que a ação fundamental é a soma. Todas as coisas tendem a se aglutinar por força. Todas as coisas se relacionam direta ou indiretamente. Todas as coisas são fundamentais e interferem diretamente no resultado das relações.
Portanto:
Tudo tente a se harmonizar, embora que inicialmente em grupos ou estruturas pequenas, mas a força somando cada vez mais, posto que todas as coisas ao se relacionarem matem sempre alguma força sobre as outras estruturas, tende a buscar uma harmonia geral do Universo.
Cada estrutura tentando se harmonizar tende a se repetir tanto no sentido de somar mais indivíduos com a mesma característica como por mecanismos complexões de cópia e reprodução e assim alcançar a harmonia total.
A estrutura que alcança graus de repetição elevados eleva também seu valor. Existindo dois tipos de valor: Valor material: quando a estrutura é complexa para repetir-se; Valor social: quando a estrutura tem uma grande capacidade de repetição.
Na ação da soma, ou seja, no processo de aglutinação, surge um ponto em que as forças das estruturas se relacionam e se sobrepõem tão complexamente que ela alcança a capacidade de se repetir através de um mecanismo de reprodução.
A finalidade pode tanto ser encontrada no arranjo harmonizado pela relação da todas as forças como também pela dissociação geral de todas as forças. Nenhuma estrutura pode ser isolada de seu universo. Ela sempre terá influencias e todas elas devem ser consideradas para que as possibilidades
devam ser contabilizadas. Qualquer margem de modificação é sempre possível. Somente com a totalidade pode-se ter a real dimensão das possibilidades.
Comentários:
Ah!E ta na hora de atualizar...última postagem foi em Maio...estarei sempre passando por aqui,então quero ter sempre contato com idéias novas!!
Mais bjos!
Naiana - enviado em 24/6/2005 09:27:00
Texto interessante...gosto do modo como vc escreve...desenvolve bem...Tem futuro!!!Quando tiver a minha editora,quero publicar um livro seu!rsss...
Bjos!
Naiana - enviado em 24/6/2005 09:25:00
aiii
nunca entendo!
=)
=*
Weblog : www.depoucaspalavras.weblogger.com.br
marina - enviado em 4/6/2005 15:13:00
Esta poderia ser uma teoria da ação ou da complexidade das coisas. Mas por que desde que Gutenberg inventou a impressa e a igreja deixou de ter o controle de como se lê os textos a linguagem vem sendo constantemente estudada e depois de tanto tempo acredito que o único consenso é que ela tem problemas. Mesmo assim, tão limitadamente e consciente que a verdade nunca será dita, pretendo alguma aproximação com o leitor na expectativa de provocar novas percepções do real e propor novas práticas. O objetivo final é simplesmente harmônico,
pretensamente a busca de um caminho mais produtivo nas relações entre os homens e
destes com a natureza.
A primeira idéia básica é que a ação fundamental é a soma. Todas as coisas tendem a se aglutinar por força. Todas as coisas se relacionam direta ou indiretamente. Todas as coisas são fundamentais e interferem diretamente no resultado das relações.
Portanto:
Tudo tente a se harmonizar, embora que inicialmente em grupos ou estruturas pequenas, mas a força somando cada vez mais, posto que todas as coisas ao se relacionarem matem sempre alguma força sobre as outras estruturas, tende a buscar uma harmonia geral do Universo.
Cada estrutura tentando se harmonizar tende a se repetir tanto no sentido de somar mais indivíduos com a mesma característica como por mecanismos complexões de cópia e reprodução e assim alcançar a harmonia total.
A estrutura que alcança graus de repetição elevados eleva também seu valor. Existindo dois tipos de valor: Valor material: quando a estrutura é complexa para repetir-se; Valor social: quando a estrutura tem uma grande capacidade de repetição.
Na ação da soma, ou seja, no processo de aglutinação, surge um ponto em que as forças das estruturas se relacionam e se sobrepõem tão complexamente que ela alcança a capacidade de se repetir através de um mecanismo de reprodução.
A finalidade pode tanto ser encontrada no arranjo harmonizado pela relação da todas as forças como também pela dissociação geral de todas as forças. Nenhuma estrutura pode ser isolada de seu universo. Ela sempre terá influencias e todas elas devem ser consideradas para que as possibilidades
devam ser contabilizadas. Qualquer margem de modificação é sempre possível. Somente com a totalidade pode-se ter a real dimensão das possibilidades.
Comentários:
Ah!E ta na hora de atualizar...última postagem foi em Maio...estarei sempre passando por aqui,então quero ter sempre contato com idéias novas!!
Mais bjos!
Naiana - enviado em 24/6/2005 09:27:00
Texto interessante...gosto do modo como vc escreve...desenvolve bem...Tem futuro!!!Quando tiver a minha editora,quero publicar um livro seu!rsss...
Bjos!
Naiana - enviado em 24/6/2005 09:25:00
aiii
nunca entendo!
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marina - enviado em 4/6/2005 15:13:00
A força que soma! ( quarta-feira, 30 de março de 2005)
Nessas minhas viagens tentando responder os porquês e os comos da vida e tentando achar a verdade e diminuindo meus medos alcancei colocações parciais para um sentido de vida que me são particulares, mas que tento encontrar indícios de universalidade do que penso, mas não por um caminho de transmissão do que penso como verdade, ao contrario, tentando encontrar a verdade de cada forma particular de ver o mundo e tentando alcançar um denominador comum, alguma coisa que nos una em algo que nos faz particular, mas também nos faz iguais.
Essa coisa a que me refiro é a matéria. Todas as coisas são tão iguais e particulares justamente por ela. O que nos faz igual é o fato de tudo existir basicamente dela e o que nos diferencia é a capacidade da matéria de se aglutinar e formar novas estruturas. A conclusão parcial que tenho por agora é particular os fenômenos inerentes a própria matéria. Essa diferenciação é fruto de quatro forças básicas: gravitacional, eletromagnética, nuclear forte e nuclear fraca. Todas elas fazendo uma única coisa, unindo matéria. Mas esse meu pensamente é parcial justamente por uma questão temporal ou de tempo.
O tempo é uma força, ou melhor, é a medida de duração dos arranjos da matéria. Força porque quanto mais tempo, mais possível de rearranjos a matéria se torna. Portanto a própria matéria exercendo força sobre sim, particularmente em cada estrutura ou arranjo da matéria, tem seu tempo. Todas as coisas têm imaginação e todas as coisas se relacionam umas com as outras, cada uma delas com seu tempo, ou seja, sua capacidade imaginativa de agregar, agrupar, somar conhecimento, e, portanto matéria, capaz de formar novos arranjos e capaz ainda de agregar mais matéria e assim sucessivamente. Mas não se trata de agrupar por agrupar. É um arranjo estruturado e com mecanismos de cópia ou reprodução. Aqui surge o poder. Aqui surge a verdade.
Todo agrupamento complexo tende a se reproduzir, tende a arranjar a matéria a sua volta de modo mais harmonioso. Harmonia pertinente primeiramente às forças da quantidade de matéria em cada espaço de influencia dessas mesmas forças. Se em algum momento houver algum desequilíbrio dessa quantidade de matéria haverá também novas condições ocasionando novos arranjos. Como nosso Universo é extremamente vasto e dinâmico, essas situações acontecem sempre. A quantidade de matéria para se evitar tais modificações em nossa vizinhança espacial é tão grade que é improvável que em alguns milhares de anos consigamos escapar da catástrofe do rearranjo da matéria ocasionado pelo desequilíbrio das forças desta mesma vizinhança.
O que me deixa menos frustrado com tudo isso é o fato de que há 3 mil anos eu vejo a humanidade evoluir aceleradamente, ou melhor dizendo produzindo, produzindo conhecimento capaz de acelerar o processo de rearranjo das estruturas. Fizemos isso tão bem que hoje já sabemos controlar em pequena escala as relações de produção, consumo e reutilização dos materiais envolvidos com nossas estruturas produtivas. Consiste num desafio futuro estender ao planeta toda essa capacidade. Tapar o buraco na cama de ozônio, controlar o efeito estufa, reutilizar todo o lixo produzido, eliminar e controlar toda a poluição, etc. consiste os maiores desafios. Se não formos capazes de fazer isso, de nos mobilizar planejadamente para isso, com toda certeza o universo e seu tempo serão implacáveis conosco.
Apesar da tendência da complexificação e dos agrupamentos, as estruturas complexas são sempre mais factíveis às falhas do que as estruturas simples. Os complexos somente continuam existindo quando ele encontra ambiente propicio. Isso quer dizer que é preciso uma quantidade básica de estruturas complexas o suficientes para que haja vida tais como, a água, carbono, proteínas, enzimas, e outras moléculas. Devemos continuar buscando relações entre nossas imaginações e as possibilidades matérias de existência. Somente assim conseguiremos vislumbrar alguma saída para a vida porque a existência já esta garantida!
Comentários:
=)
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marina - enviado em 2/5/2005 00:46:00
ai q menino complexo!!!!
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marina - enviado em 2/5/2005 00:46:00
Essa coisa a que me refiro é a matéria. Todas as coisas são tão iguais e particulares justamente por ela. O que nos faz igual é o fato de tudo existir basicamente dela e o que nos diferencia é a capacidade da matéria de se aglutinar e formar novas estruturas. A conclusão parcial que tenho por agora é particular os fenômenos inerentes a própria matéria. Essa diferenciação é fruto de quatro forças básicas: gravitacional, eletromagnética, nuclear forte e nuclear fraca. Todas elas fazendo uma única coisa, unindo matéria. Mas esse meu pensamente é parcial justamente por uma questão temporal ou de tempo.
O tempo é uma força, ou melhor, é a medida de duração dos arranjos da matéria. Força porque quanto mais tempo, mais possível de rearranjos a matéria se torna. Portanto a própria matéria exercendo força sobre sim, particularmente em cada estrutura ou arranjo da matéria, tem seu tempo. Todas as coisas têm imaginação e todas as coisas se relacionam umas com as outras, cada uma delas com seu tempo, ou seja, sua capacidade imaginativa de agregar, agrupar, somar conhecimento, e, portanto matéria, capaz de formar novos arranjos e capaz ainda de agregar mais matéria e assim sucessivamente. Mas não se trata de agrupar por agrupar. É um arranjo estruturado e com mecanismos de cópia ou reprodução. Aqui surge o poder. Aqui surge a verdade.
Todo agrupamento complexo tende a se reproduzir, tende a arranjar a matéria a sua volta de modo mais harmonioso. Harmonia pertinente primeiramente às forças da quantidade de matéria em cada espaço de influencia dessas mesmas forças. Se em algum momento houver algum desequilíbrio dessa quantidade de matéria haverá também novas condições ocasionando novos arranjos. Como nosso Universo é extremamente vasto e dinâmico, essas situações acontecem sempre. A quantidade de matéria para se evitar tais modificações em nossa vizinhança espacial é tão grade que é improvável que em alguns milhares de anos consigamos escapar da catástrofe do rearranjo da matéria ocasionado pelo desequilíbrio das forças desta mesma vizinhança.
O que me deixa menos frustrado com tudo isso é o fato de que há 3 mil anos eu vejo a humanidade evoluir aceleradamente, ou melhor dizendo produzindo, produzindo conhecimento capaz de acelerar o processo de rearranjo das estruturas. Fizemos isso tão bem que hoje já sabemos controlar em pequena escala as relações de produção, consumo e reutilização dos materiais envolvidos com nossas estruturas produtivas. Consiste num desafio futuro estender ao planeta toda essa capacidade. Tapar o buraco na cama de ozônio, controlar o efeito estufa, reutilizar todo o lixo produzido, eliminar e controlar toda a poluição, etc. consiste os maiores desafios. Se não formos capazes de fazer isso, de nos mobilizar planejadamente para isso, com toda certeza o universo e seu tempo serão implacáveis conosco.
Apesar da tendência da complexificação e dos agrupamentos, as estruturas complexas são sempre mais factíveis às falhas do que as estruturas simples. Os complexos somente continuam existindo quando ele encontra ambiente propicio. Isso quer dizer que é preciso uma quantidade básica de estruturas complexas o suficientes para que haja vida tais como, a água, carbono, proteínas, enzimas, e outras moléculas. Devemos continuar buscando relações entre nossas imaginações e as possibilidades matérias de existência. Somente assim conseguiremos vislumbrar alguma saída para a vida porque a existência já esta garantida!
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marina - enviado em 2/5/2005 00:46:00
ai q menino complexo!!!!
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Sunday, August 07, 2005
velhos sentimentos, novas possibilidades
sexta-feira, 10 de dezembro de 2004 (data em que escrevi esse texto, mas que hj tambem sinto-me assim)
Poxa vida! talvez eu vá dizer coisas que irão deixar alguns preocupados, mas isso faz parte! :P
As vezes a gente faz coisas que parecem estar indo como se fossem legais, e seus amigos estão ali juntos, parece tudo massa, como você imagina que era pra ser, como queria e você toma umas decisões por conta propria, não sei da onde e.... pronto!
Caga o pau! Isso é uma merda!
Você se da conta do tamanho da merda alguns dias depois, e depois ainda e depois ainda e depois ainda!
acho q fiz isso! estou sentindo! so mesmo meu sarcasmo pra me fazer aquentar essa cagada que eu fiz! porque eu rio da minha desgraça! Se arrependimentos matasse minha morte seria de algum modo tão catastrofica que até no Sol teria algum impacto! :P Tomara que eu NUNCA MAIS NA VIDA faça uma merda tão grande! Se o que minha intuição me diz se confirmar eu realmente lamentarei profundamente meus atos precipitados.!
Parece que sou criança ainda! É... Sou sim.
E nisso so a poesia de Fernando Pessoa me salva!
"Pecado Original"
Sou quem falhei ser.
Somos todos quem nos
supusemos.
A nossa realidade é o
que não consequimos
nunca.
Álvaro de Campos in Poesias
"O das Quinas"
Os deuses vendem quando dão.
Compra-se a glória com desgraça.
Ai dos felizes, porque são
Só o que passa!
Baste a quem baste o que lhe basta
O bastante de lhe bastar!
A vida é breve, a alma é vasta:
Ter é tardar.
Foi com desgraça e com vileza
Que Deus ao Christo definiu:
Assim o oppoz à Natureza
e Filho o ungiu.
in Mensagem
"Tudo que faço ou medito
Fica sempre na metade.
Querendo, quero o infinito.
Fazendo, nada é verdade.
Que nojo de mim me fica
Ao olhar para o que faço!
Minha alma é lúcida e rica,
E eu sou um mar de sargaço-
Um mar onde bóiam lentos
Fragmentos de um mar de além...
Vontades ou pensamentos?
Não o sei e sei-o bem."
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa ainda me salva pq ainda sou essa criança tentando ter alguma alma.
Acho que não tenho jeito não. Se to postando isso novamente é pq fiz novamente, pode não ser a mesma circunstância, mas é a mesma coisa acontecendo aqui dentro de mim. Não aprendi, vou sofrer até eu parar com isso.
Porra, eu não gosto disso!
Eu não sou mazoquista.
Prefiro morrer, mas vou persistir até q isso mude ou me mate.
...
Poxa vida! talvez eu vá dizer coisas que irão deixar alguns preocupados, mas isso faz parte! :P
As vezes a gente faz coisas que parecem estar indo como se fossem legais, e seus amigos estão ali juntos, parece tudo massa, como você imagina que era pra ser, como queria e você toma umas decisões por conta propria, não sei da onde e.... pronto!
Caga o pau! Isso é uma merda!
Você se da conta do tamanho da merda alguns dias depois, e depois ainda e depois ainda e depois ainda!
acho q fiz isso! estou sentindo! so mesmo meu sarcasmo pra me fazer aquentar essa cagada que eu fiz! porque eu rio da minha desgraça! Se arrependimentos matasse minha morte seria de algum modo tão catastrofica que até no Sol teria algum impacto! :P Tomara que eu NUNCA MAIS NA VIDA faça uma merda tão grande! Se o que minha intuição me diz se confirmar eu realmente lamentarei profundamente meus atos precipitados.!
Parece que sou criança ainda! É... Sou sim.
E nisso so a poesia de Fernando Pessoa me salva!
"Pecado Original"
Sou quem falhei ser.
Somos todos quem nos
supusemos.
A nossa realidade é o
que não consequimos
nunca.
Álvaro de Campos in Poesias
"O das Quinas"
Os deuses vendem quando dão.
Compra-se a glória com desgraça.
Ai dos felizes, porque são
Só o que passa!
Baste a quem baste o que lhe basta
O bastante de lhe bastar!
A vida é breve, a alma é vasta:
Ter é tardar.
Foi com desgraça e com vileza
Que Deus ao Christo definiu:
Assim o oppoz à Natureza
e Filho o ungiu.
in Mensagem
"Tudo que faço ou medito
Fica sempre na metade.
Querendo, quero o infinito.
Fazendo, nada é verdade.
Que nojo de mim me fica
Ao olhar para o que faço!
Minha alma é lúcida e rica,
E eu sou um mar de sargaço-
Um mar onde bóiam lentos
Fragmentos de um mar de além...
Vontades ou pensamentos?
Não o sei e sei-o bem."
Fernando Pessoa
Fernando Pessoa ainda me salva pq ainda sou essa criança tentando ter alguma alma.
Acho que não tenho jeito não. Se to postando isso novamente é pq fiz novamente, pode não ser a mesma circunstância, mas é a mesma coisa acontecendo aqui dentro de mim. Não aprendi, vou sofrer até eu parar com isso.
Porra, eu não gosto disso!
Eu não sou mazoquista.
Prefiro morrer, mas vou persistir até q isso mude ou me mate.
...
Tuesday, May 24, 2005
Algumas coisas que
Aprendi...
Que é preciso ter convicção para ser forte.
Que é mais importante ser sociável que o contrário, apesar da minha relutância.
Que as convicções podem ser circunstanciais e nisso reside a fraqueza.
Que para ser razoável é preciso ser compreensivo.
Que compreensão é fundamental para não ser negligente.
Que toda convicção se faz de Verdades.
Que toda verdade é negligenciada pelas capacidades dos homens.
Que a única verdade é a existência.
Que a forma gera tipos de relacionamento.
Que esses tipos geram poder.
Que a (re)produção acarreta no estabelecimentos de formas circunstanciais.
Que a entropia é nosso único inimigo.
Que o Universo é nosso provedor e nosso algoz.
Que se nós continuarmos persistindo nas formas atuais isto implica em negligencia.
Que apesar do meu aparente pessimismo e niilismo eu tenho esperanças.
Que todas as minhas esperanças são imaginadas.
Que a imaginação é fundamental para mim.
Que ela também gera todas as relações de poder.
Que não existe, em essência, nem bem e nem mal.
Que o mais importante pra mim são minhas relações sociais/pessoas.
Agradeço aos meus amigos e a todas as pessoas que estiveram comigo nesses meus dias de existência em vida e pelas nossas conversas. Isso sim fez toda diferença!
Que é preciso ter convicção para ser forte.
Que é mais importante ser sociável que o contrário, apesar da minha relutância.
Que as convicções podem ser circunstanciais e nisso reside a fraqueza.
Que para ser razoável é preciso ser compreensivo.
Que compreensão é fundamental para não ser negligente.
Que toda convicção se faz de Verdades.
Que toda verdade é negligenciada pelas capacidades dos homens.
Que a única verdade é a existência.
Que a forma gera tipos de relacionamento.
Que esses tipos geram poder.
Que a (re)produção acarreta no estabelecimentos de formas circunstanciais.
Que a entropia é nosso único inimigo.
Que o Universo é nosso provedor e nosso algoz.
Que se nós continuarmos persistindo nas formas atuais isto implica em negligencia.
Que apesar do meu aparente pessimismo e niilismo eu tenho esperanças.
Que todas as minhas esperanças são imaginadas.
Que a imaginação é fundamental para mim.
Que ela também gera todas as relações de poder.
Que não existe, em essência, nem bem e nem mal.
Que o mais importante pra mim são minhas relações sociais/pessoas.
Agradeço aos meus amigos e a todas as pessoas que estiveram comigo nesses meus dias de existência em vida e pelas nossas conversas. Isso sim fez toda diferença!
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