Wednesday, March 21, 2007

sábado, 14 de maio de 2005

Eu estou definitivamente deixando o meu blog antigo para o passado na medida em que passei todos os extos para este blog. A partir de hoje eu vou republica-los junto com os comentários. Todos virão com as datas originais de quando foram publicados a primeira vez e sem nenhuma alteração.


Esta poderia ser uma teoria da ação ou da complexidade das coisas. Mas por que desde que Gutenberg inventou a impressa e a igreja deixou de ter o controle de como se lê os textos a linguagem vem sendo constantemente estudada e depois de tanto tempo acredito que o único consenso é que ela tem problemas. Mesmo assim, tão limitadamente e consciente que a verdade nunca será dita, pretendo alguma aproximação com o leitor na expectativa de provocar novas percepções do real e propor novas práticas. O objetivo final é simplesmente harmônico,
pretensamente a busca de um caminho mais produtivo nas relações entre os homens e
destes com a natureza.

A primeira idéia básica é que a ação fundamental é a soma. Todas as coisas tendem a se aglutinar por força. Todas as coisas se relacionam direta ou indiretamente. Todas as coisas são fundamentais e interferem diretamente no resultado das relações.
Portanto:

Tudo tente a se harmonizar, embora que inicialmente em grupos ou estruturas pequenas, mas a força somando cada vez mais, posto que todas as coisas ao se relacionarem matem sempre alguma força sobre as outras estruturas, tende a buscar uma harmonia geral do Universo.

Cada estrutura tentando se harmonizar tende a se repetir tanto no sentido de somar mais indivíduos com a mesma característica como por mecanismos complexões de cópia e reprodução e assim alcançar a harmonia total.

A estrutura que alcança graus de repetição elevados eleva também seu valor. Existindo dois tipos de valor: Valor material: quando a estrutura é complexa para repetir-se; Valor social: quando a estrutura tem uma grande capacidade de repetição.

Na ação da soma, ou seja, no processo de aglutinação, surge um ponto em que as forças das estruturas se relacionam e se sobrepõem tão complexamente que ela alcança a capacidade de se repetir através de um mecanismo de reprodução.

A finalidade pode tanto ser encontrada no arranjo harmonizado pela relação da todas as forças como também pela dissociação geral de todas as forças. Nenhuma estrutura pode ser isolada de seu universo. Ela sempre terá influencias e todas elas devem ser consideradas para que as possibilidades
devam ser contabilizadas. Qualquer margem de modificação é sempre possível. Somente com a totalidade pode-se ter a real dimensão das possibilidades.

Comentários:

Ah!E ta na hora de atualizar...última postagem foi em Maio...estarei sempre passando por aqui,então quero ter sempre contato com idéias novas!!
Mais bjos!

Naiana - enviado em 24/6/2005 09:27:00


Texto interessante...gosto do modo como vc escreve...desenvolve bem...Tem futuro!!!Quando tiver a minha editora,quero publicar um livro seu!rsss...
Bjos!

Naiana - enviado em 24/6/2005 09:25:00


aiii
nunca entendo!


=)

=*

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marina - enviado em 4/6/2005 15:13:00

A força que soma! ( quarta-feira, 30 de março de 2005)

Nessas minhas viagens tentando responder os porquês e os comos da vida e tentando achar a verdade e diminuindo meus medos alcancei colocações parciais para um sentido de vida que me são particulares, mas que tento encontrar indícios de universalidade do que penso, mas não por um caminho de transmissão do que penso como verdade, ao contrario, tentando encontrar a verdade de cada forma particular de ver o mundo e tentando alcançar um denominador comum, alguma coisa que nos una em algo que nos faz particular, mas também nos faz iguais.

Essa coisa a que me refiro é a matéria. Todas as coisas são tão iguais e particulares justamente por ela. O que nos faz igual é o fato de tudo existir basicamente dela e o que nos diferencia é a capacidade da matéria de se aglutinar e formar novas estruturas. A conclusão parcial que tenho por agora é particular os fenômenos inerentes a própria matéria. Essa diferenciação é fruto de quatro forças básicas: gravitacional, eletromagnética, nuclear forte e nuclear fraca. Todas elas fazendo uma única coisa, unindo matéria. Mas esse meu pensamente é parcial justamente por uma questão temporal ou de tempo.

O tempo é uma força, ou melhor, é a medida de duração dos arranjos da matéria. Força porque quanto mais tempo, mais possível de rearranjos a matéria se torna. Portanto a própria matéria exercendo força sobre sim, particularmente em cada estrutura ou arranjo da matéria, tem seu tempo. Todas as coisas têm imaginação e todas as coisas se relacionam umas com as outras, cada uma delas com seu tempo, ou seja, sua capacidade imaginativa de agregar, agrupar, somar conhecimento, e, portanto matéria, capaz de formar novos arranjos e capaz ainda de agregar mais matéria e assim sucessivamente. Mas não se trata de agrupar por agrupar. É um arranjo estruturado e com mecanismos de cópia ou reprodução. Aqui surge o poder. Aqui surge a verdade.

Todo agrupamento complexo tende a se reproduzir, tende a arranjar a matéria a sua volta de modo mais harmonioso. Harmonia pertinente primeiramente às forças da quantidade de matéria em cada espaço de influencia dessas mesmas forças. Se em algum momento houver algum desequilíbrio dessa quantidade de matéria haverá também novas condições ocasionando novos arranjos. Como nosso Universo é extremamente vasto e dinâmico, essas situações acontecem sempre. A quantidade de matéria para se evitar tais modificações em nossa vizinhança espacial é tão grade que é improvável que em alguns milhares de anos consigamos escapar da catástrofe do rearranjo da matéria ocasionado pelo desequilíbrio das forças desta mesma vizinhança.

O que me deixa menos frustrado com tudo isso é o fato de que há 3 mil anos eu vejo a humanidade evoluir aceleradamente, ou melhor dizendo produzindo, produzindo conhecimento capaz de acelerar o processo de rearranjo das estruturas. Fizemos isso tão bem que hoje já sabemos controlar em pequena escala as relações de produção, consumo e reutilização dos materiais envolvidos com nossas estruturas produtivas. Consiste num desafio futuro estender ao planeta toda essa capacidade. Tapar o buraco na cama de ozônio, controlar o efeito estufa, reutilizar todo o lixo produzido, eliminar e controlar toda a poluição, etc. consiste os maiores desafios. Se não formos capazes de fazer isso, de nos mobilizar planejadamente para isso, com toda certeza o universo e seu tempo serão implacáveis conosco.

Apesar da tendência da complexificação e dos agrupamentos, as estruturas complexas são sempre mais factíveis às falhas do que as estruturas simples. Os complexos somente continuam existindo quando ele encontra ambiente propicio. Isso quer dizer que é preciso uma quantidade básica de estruturas complexas o suficientes para que haja vida tais como, a água, carbono, proteínas, enzimas, e outras moléculas. Devemos continuar buscando relações entre nossas imaginações e as possibilidades matérias de existência. Somente assim conseguiremos vislumbrar alguma saída para a vida porque a existência já esta garantida!

Comentários:

=)

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marina - enviado em 2/5/2005 00:46:00


ai q menino complexo!!!!

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marina - enviado em 2/5/2005 00:46:00